Posted on 30-04-2010
Filed Under (Linux, Ubuntu) by Daniel Balieiro

\o/

Ontem foi lançada a mais nova versão do Ubuntu, o 10.04.

Tudo o que você precisa saber sobre esse lançamento, você encontra no site do “Guru” de Ubuntu no Brasil, o grande André Gondim.

t+

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Posted on 24-09-2009
Filed Under (C/C++, Desenvolvimento, Geral, Linux) by Daniel Balieiro
Mate do share!

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Posted on 21-09-2009
Filed Under (Geral, Linux) by Daniel Balieiro

Dropbox

Hoje conheci um serviço, gratuito, de backup muito bom! Chamado: Dropbox.

Pra quem estava procurando uma solução fácil e transparente de backup, dropbox promete resolver.

Resumindo:

A idéia é a mais simples e funcional possível. Instalando um client no seu pc, é criada uma pasta que recebe sync a cada vez que seu conteúdo é modificado. Sync!

O que isso signfica?

Que se você quiser guardar aquela monografia em latex, aquele documento importante, aquelas fotos que não quer perder, basta copiá-las para a pasta do dropbox. Imediatamente ele começa a sincronizar com o servidor, enviando tudo!

Além disso, você ainda tem uma pasta pública, para compartilhar arquivos. Com o botão direito sobre o arquivo na pasta pública, você recebe a url do arquivo.

Como é baseado em sync, caso você apague o arquivo ele vai apagar no servidor. Mas isso NÃO é um problema, o dropbox guarda 30 dias de modificações! Então você pode simplesmente resgatar o arquivo.

Todos os arquivos ficam disponíveis por download também, direto do site.

E se não bastasse, ainda tem versão para Windows, Linux e Mac!

Agora mesmo estou testando a versão de linux, com um sync feito no windows.

O espaço gratuito é de 2 gb, mas se for pouco, existe a opção de comprar mais.

Não gosto de fazer propaganda gratuíta, mas quando algo é bom, é preciso espalhar!

Você usa ou já usou? O que achou? Deixe seu comentário.

[]‘s

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Posted on 14-07-2009
Filed Under (Arch Linux Brasil) by Daniel Balieiro

arch-linux-logo

arch-linux-logo

Isso mesmo, depois de um bom tempo afastado do projeto, por causas de problemas particulares, finalmente estou de volta.

Agora é trabalhar e trabalhar.

Em breve volto ao AUR também. Novidades neste blog ;) .

Muito obrigado Rodrigo Flores e Marcelo Cavalcante pelo convite pra voltar ao projeto!

:) Gogo Arch!

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Posted on 29-07-2008
Filed Under (Arch Linux Brasil) by Daniel Balieiro

O KDEmod é um projeto que visa reempacotar o KDE para uma maior modularização. Com foco em Arch Linux.

No mesmo dia do lançamento do KDE 4.1, não sei dizer se é ou não coincidencia, houve uma modificação do layout de repositorios.

Você que já usa o KDEmod, vai perceber que ao efetuar o pacman -Syu, vai ocorrer um belo erro de HTTP 404.

O novo layout é:

[kdemod-core] -> para os módulos princiais do KDE 4 e ferramentas
[kdemod-testing] -> para o teste de pacoes que vai para o core depois
[kdemod-extragear] -> para qualquer aplicativo extra, estavel, para KDE 4
[kdemod-playground] -> para qualquer aplicativo extra, instavel, para KDE 4 (ainda não existe)
[kdemod-unstable] -> para lançamento do KDE 4 instavel
[kdemod-legacy] -> para os pacotes do KDE 3

Assim, basta você atualizar o seu /etc/pacman.conf e já vai acesso aos pacotes do KDE 4.1.

flw!

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Posted on 17-02-2008
Filed Under (Linux) by Daniel Balieiro

Notebook

Olá,

Depois de muito tempo parado, resolvi postar novamente.
Acabei de configurar todo o meu Gentoo no meu note, um Acer Aspire 5570-2607, e pretendo deixar aqui a receita de como fazer tudo funcionar.

No post de hoje, vou mostrar com fazer o wifi funcionar.

Primeiramente, vamos reconhecer a máquina:

# lspci
00:00.0 Host bridge: Intel Corporation Mobile 945GM/PM/GMS, 943/940GML and 945GT Express Memory Controller Hub (rev 03)
00:02.0 VGA compatible controller: Intel Corporation Mobile 945GM/GMS, 943/940GML Express Integrated Graphics Controller (rev 03)
00:02.1 Display controller: Intel Corporation Mobile 945GM/GMS, 943/940GML Express Integrated Graphics Controller (rev 03)
00:1b.0 Audio device: Intel Corporation 82801G (ICH7 Family) High Definition Audio Controller (rev 02)
00:1c.0 PCI bridge: Intel Corporation 82801G (ICH7 Family) PCI Express Port 1 (rev 02)
00:1c.1 PCI bridge: Intel Corporation 82801G (ICH7 Family) PCI Express Port 2 (rev 02)
00:1c.2 PCI bridge: Intel Corporation 82801G (ICH7 Family) PCI Express Port 3 (rev 02)
00:1d.0 USB Controller: Intel Corporation 82801G (ICH7 Family) USB UHCI Controller #1 (rev 02)
00:1d.1 USB Controller: Intel Corporation 82801G (ICH7 Family) USB UHCI Controller #2 (rev 02)
00:1d.2 USB Controller: Intel Corporation 82801G (ICH7 Family) USB UHCI Controller #3 (rev 02)
00:1d.3 USB Controller: Intel Corporation 82801G (ICH7 Family) USB UHCI Controller #4 (rev 02)
00:1d.7 USB Controller: Intel Corporation 82801G (ICH7 Family) USB2 EHCI Controller (rev 02)
00:1e.0 PCI bridge: Intel Corporation 82801 Mobile PCI Bridge (rev e2)
00:1f.0 ISA bridge: Intel Corporation 82801GBM (ICH7-M) LPC Interface Bridge (rev 02)
00:1f.2 IDE interface: Intel Corporation 82801GBM/GHM (ICH7 Family) SATA IDE Controller (rev 02)
00:1f.3 SMBus: Intel Corporation 82801G (ICH7 Family) SMBus Controller (rev 02)
02:00.0 Ethernet controller: Marvell Technology Group Ltd. 88E8038 PCI-E Fast Ethernet Controller (rev 14)
03:00.0 Ethernet controller: Atheros Communications, Inc. AR5006EG 802.11 b/g Wireless PCI Express Adapter (rev 01)
0a:09.0 CardBus bridge: Texas Instruments PCIxx12 Cardbus Controller
0a:09.2 Mass storage controller: Texas Instruments 5-in-1 Multimedia Card Reader (SD/MMC/MS/MS PRO/xD)

Não vou mostrar como instalar o Gentoo, afinal, isso está fácil até demais na versão 2006.0. E deve melhorar ainda mais, para a versão 2008.0 que sai em Março deste ano.
Feita a instalação, a primeira coisa que eu fiz foi montar o meu “/etc/make.conf”:

# cat /etc/make.conf

USE=”a52 aac acpi accessibility aiglx alsa apm amule arts apache2 audiofile avi avahi
bash-completion bitmap-fonts bluetooth bzip2 cairo cdparanoia cdr core2 -cpudetection crypt cscope ctype cups dbus devil dia divx dts dvd dvdr dvdread encode examples fbsplash ffmpeg fftw flac flash firefox foomaticdb ftp gif glibc-omitfp glitz glut gnome graphviz gstreamer gtk gtk2 gtkhtml gtkspell hal groupwise highlight history netmeeting nowlistening sms statistics texteffect translator ieee1394 imagemagick imlib jabber java javascript jpeg jpg kde kdehiddenvisibility kdeenablefinal lame latex libnotify live livecd lm_sensors logitech-mouse lzo mad matroska mp3 mbox mpeg mime mmx mmx2 mmxext motif mplayer mysql mysqli msn ncurses network nls nptl nsplugin ntfs nvidia ogg -oss -openal opengl pascal pcmcia pda pdf pic png php php5 pnp ppds posix python qt qt3 qt3support qt4 quicktime readline readline real realmedia rtc samba sdl slp smp snmp spell sqlite sse sse2 sse3 ssse3 ssh ssl subversion svg svga synaptics tcltk tetex theora threads tiff truetype truetype truetype-fonts trusted type1 type1-fonts usb userlocales v4l v4l2 vorbis wifi win32codecs winpopup wma wmf wmp wmv wxwindows X Xaw3d xanim xcomposite xine xinerama xml xosd xpm xvid xv xface zlib”

INPUT_DEVICES=”synaptics evdev keyboard mouse”
VIDEO_CARDS=”i810 i915 vesa”
ALSA_CARDS=”hda-intel”
LINGUAS=”pt_BR en”
CHOST=”i686-pc-linux-gnu”
CFLAGS=”-O2 -march=prescott -mtune=prescott -mfpmath=sse -pipe -funroll-loops -fomit-frame-pointer -fprefetch-loop-arrays -maccumulate-outgoing-args -ftracer”
CXXFLAGS=”$CFLAGS” # -fvisibility-inlines-hidden”
MAKEOPTS=”-j3″
AUTOCLEAN=”yes”
FEATURES=”sandbox userfetch parallel-fetch ccache” # buildpkg” #getbinpkg”
CCACHE_SIZE=”2G”
CCACHE_DIR=”/root/.ccache”

GENTOO_MIRRORS=”http://www.las.ic.unicamp.br/pub/gentoo

http://csociety-ftp.ecn.purdue.edu/pub/gentoo

http://sunsite.ualberta.ca/pub/unix/Linux/gentoo http://gentoo.oregonstate.edu/
http://ibiblio.org/pub/Linux/distributions/gentoo”

#GENTOO_MIRRORS=”http://csociety-ftp.ecn.purdue.edu/pub/gentoo
#http://sunsite.ualberta.ca/pub/unix/Linux/gentoo http://gentoo.oregonstate.edu/
#http://ibiblio.org/pub/Linux/distributions/gentoo”

SYNC=”rsync://rsync.las.ic.unicamp.br/pub/gentoo-portage”

PORTDIR_OVERLAY=”/usr/portage”

PORT_LOGDIR=/var/log/portage

Me baseei em alguns que eu vi “googlando”, e me desculpe os autores destes posts, mas infelizmente não tenho as URLs.
Feito isso, vamos atualizar o garoto:

# emerge –sync
# emerge –update –deep –newuse world

Montando o novo kernel:

# emerge genkernel gentoo-sources

Esta é a minha Configuração do Genkernel.

Genkernel devidamente configurado, vamos atualizar o kernel:
# genkernel –menuconfig all

Voce pode fazer download a minha Configuração do kernel.
Conferindo:

# uname -a
Linux nekruno 2.6.23-gentoo-r8 #1 SMP Thu Feb 14 19:12:21 UTC 2008 i686 Genuine Intel(R) CPU T2080 @ 1.73GHz GenuineIntel GNU/Linux

Feito isso, vamos instalar o madwifi pra habilitar a placa de rede wifi. Como foi listado no lspci, a minha placa deveria ser uma:

03:00.0 Ethernet controller: Atheros Communications, Inc. AR5006EG 802.11 b/g Wireless PCI Express Adapter (rev 01)

mas não é. Na verdade ela é uma AR5007EG, que ainda não é suportada pelo HAL e por isso a confusão das versões.
Assim, existem basicamente duas saidas: uma correção que foi feita no madwifi ou o ndiswrapper.
Por um bom tempo eu usei o ndiswrapper. Mas ele usa o driver do windows, e isso pode incomodar algumas pessoas.
Agora eu estou usando o madwifi.

Para coloca-lo a funcionar, primeiro vamos instalar o básico:

# emerge wireless-tools wpa_supplicant

Montando o madwifi:
# cd /usr/src
# mkdir madwifi
# wget http://snapshots.madwifi.org/special/madwifi-ng-r2756+ar5007.tar.gz
# tar -zxvf madwifi-ng-r2756+ar5007.tar.gz
# cd madwifi-ng-r2756+ar5007
# make
# make install

Antes de levantar o módulo, vamos instalar o acpi da acer. Existe um projeto no Code Google: http://code.google.com/p/aceracpi/

# cd /usr/src
# mkdir acer_acpi
# cd acer_acpi
# wget http://aceracpi.googlecode.com/files/acer_acpi-0.11.1.tar.bz2
# tar -jxvf acer_acpi-0.11.1.tar.bz2
# cd acer_acpi-0.11.1
# make
# make install

# modprobe acer_acpi
# modprobe ath_pci

Você deve ver isso agora:
# lsmod | grep ath
ath_rate_sample 14592 1
ath_pci 93992 0
wlan 149680 5 wlan_ccmp,wlan_scan_sta,ath_rate_sample,ath_pci
ath_hal 266848 3 ath_rate_sample,ath_pci

# lsmod | grep acer
acer_acpi 16192 0
backlight 7172 2 video,acer_acpi
wmi_acer 9260 1 acer_acpi

O acer_acpi não precisa mandar levantar automaticamente, mas o ath sim.
Então,

# echo “ath_pci” >> /etc/modules.autoload.d/kernel-2.6

Usando o iwconfig, você já deve estar vendo a placa:

# iwconfig
lo no wireless extensions.

eth0 no wireless extensions.

wifi0 no wireless extensions.

ath0 IEEE 802.11g ESSID:”" Nickname:”"
Mode:Managed Frequency:2.437 GHz Access Point: 00:13:10:D2:57:F0
Bit Rate:18 Mb/s Tx-Power:18 dBm Sensitivity=1/1
Retry:off RTS thr:off Fragment thr:off
Encryption key:054A-E204-5CFF-4E67-3D82-D102-9219-3C68 Security mode:restricted
Power Management:off
Link Quality=60/70 Signal level=-34 dBm Noise level=-94 dBm
Rx invalid nwid:14465 Rx invalid crypt:0 Rx invalid frag:0
Tx excessive retries:0 Invalid misc:0 Missed beacon:0

Vamos conectar agora. Primeiro vamos fazer uma varredura:

# ifconfig ath0 up
# iwlist ath0 scan

Apos encontrar a sua celula, vamos vincula-la com a nossa placa:

# iwconfig ath0 essid

Aqui eu uso WPA, além de um bloqueio por MAC. Então vamos efetuar a configuração do wpa_supplicant:

# cat /etc/wpa_supplicant/wpa_supplicant.conf
# This is a network block that connects to any unsecured access point.
# We give it a low priority so any defined blocks are preferred.
# allow frontend (e.g., wpa_cli) to be used by all users in ‘wheel’ group
ctrl_interface=/var/run/wpa_supplicant
ctrl_interface_group=wheel

network={
ssid=”
scan_ssid=1
key_mgmt=WPA-PSK
psk=”
}

network={
key_mgmt=NONE
priority=-9999999
}

O WPA-PSK significa que é um WPA Pessoal. Para mais detalhes:

# man wpa_supplicant.conf ;)

Agora vamos ativar o wpa:

# wpa_supplicant -B -Dwext -iath0 -c /etc/wpa_supplicant/wpa_supplicant.conf

Explicando:

-B = rodar em bakground
-D = driver que vai ser utilizado, no caso, o default mesmo.
-i = interface
-c = caminho de configuração do wpa.

Sim, você vai precisar efetuar essa linha sempre que for conectar em uma rede com WPA. Ta certo que você pode usar o NetworkManager pra fazer isso por você, mas eu prefiro linha de comando.
Feito, vamos agora ativar o dhcp na ath0:

# dhcpcd ath0

Ele vai ficar parado uns segundos, tentando conectar. Se não der nenhum erro, pronto!

# ifconfig ath0
ath0 Link encap:Ethernet HWaddr 00:19:7E:79:5F:F9
inet addr:192.168.1.100 Bcast:192.168.1.255 Mask:255.255.255.0
inet6 addr: fe80::219:7eff:fe79:5ff9/64 Scope:Link
UP BROADCAST RUNNING MULTICAST MTU:1492 Metric:1
RX packets:2962377 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:3310140 errors:12 dropped:12 overruns:0 carrier:0
collisions:0 txqueuelen:0
RX bytes:2249897476 (2145.6 Mb) TX bytes:2730325590 (2603.8 Mb)

E agora é só testar:

# ping www.google.com.br ;)

Sobre o LED.
Infelizmente não tive o meno sucesso em faze-lo funcionar. Foi deprimente isso, mas fazer o que.

Bem, por hoje é isso.
Depois eu escrevo mais falando sobre o bluetooth e a webcam.

++T!

Daniel

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Posted on 12-10-2007
Filed Under (Linux) by Daniel Balieiro

Olá pessoal,

Resolvi aproveitar o feriado e dar uma pausa no estudo pra LPI. Então, vou testar o OpenVZ euaheuahuhauehauhea.. sim, isso é aproveitar o feriado! :D

Para quem não sabe, openvz é uma solução para paravirtualização em linux. Muito parecido com o famoso Xen, só que completamente livre e mais simples.

O site oficial é www.openvz.org.

A idéia do post é mostrar como instalar em um debian(testing) e colocar um fedora 7 virtualizado.

Como tudo que é bom em debian, a instalção não poderia ser mais simples:

1. Edite o “/etc/apt/sources.list” e acrescente

deb http://download.openvz.org/debian etch main

2. Atualize o seu cache de aplicações.

apt-get update

3. Procure por imagens de kernel pra instalar

apt-cache search openvz

obs. Como o OpenVZ usa paravirtualização, é preciso alterar o kernel. O sistema que vai ser instalado, precisa ser alterado também. Justamente por isso e, para facilitar a vida do teste, vamos usar somente imagens prontas.
4. Instale o kernel

apt-get install "linux-image"

5. Agora instale as ferramentas para manipular o OpenVZ.

apt-get install vzctl vzquota

6. Reboot e escolha a opção do OpenVZ no seu GRUB.

Mais simples, impossível!

Agora vamos criar o sistema interno.
Primeiro, logado como root, vamos fazer o download da imagem pronta do Fedora 7.

/var/lib/vz/template/cache
wget -c http://download.openvz.org/template/precreated/contrib/fedora-core-7-i386-default.tar.gz

Obs.: No site tem VÁRIAS imagens prontas, é só escolher.

Agora sim, vamos criar a virtual machine.

vzctl create 101 --ostemplate fedora-core-7-i386-default --config vps.basic

Explicando:
1. vzctl – aplicativo para controlar virtual machine
2. create – indica que é para criar a virtual machine ( ;) )
3. 101 – é o “número” da virtual machine. TEM que ser maior que 100. Como é a nossa primeira, vai 101!
4. –ostemplate – indica qual template você esta usando para criar a vm.
5. –config – qual é a configuração

Para mais detalhes:

man vzctl

;)

Feito isso, a VM está criada.
Agora vamos setar alguns valores para ela, antes de inicializa-la.

vzctl set 101 --ipadd 192.168.1.100 --save

Explicando:
1. set – para alterar ou criar uma configuração da VM.
2. –ipadd – adicionando um IP para ela. É o jeito recomendado pelo manual, eu tentei setar direto na VM e não sei porque, mas ele perdeu a configuração. Parece que ele altera isso sempre que vai levantar a VM, usando o valor da configuração. O que é uma ótima notícia para os sysadmin de plantão.
3. –save – salva a alteração no arquivo de configurações.

Vamos acrescentar um DNS:

vzctl set 101 --nameserver "seu DNS" --save

Agora mudamos o HostName:

vzctl set 101 --hostname fedora7 --save

Aumentando o espaço em disco da VM:

vzctl set 101 --diskinodes $(( 2000000*3 )):$(( 2200000*3 )) --save

Aumentando a mémoria disponível para a VM:

vzctl set 101 --kmemsize $((5505024*4)):$((5872024*4)) --save
vzctl set 101 --privvmpages $((5505024*4)):$((5872024*4)) --save

Obs.: Os valores de espaço em disco e memória mudam de máquina pra máquina. Mais detalhes em : Resource shortage.

Para colocar a VM online, é preciso liberar o proxy arp.

sysctl -w net.ipv4.conf."sua interface de rede".proxy_arp=1

Agora é só startar!

vzctl start 101

Se tudo ocorreu certo, você deve ver algo parecido com isso:

debian:/home/daniel# vzctl start 101
Starting VE ...
VE is mounted
Adding IP address(es): 192.168.1.100
Setting CPU units: 1000
Configure meminfo: 22020096
Set hostname: fedora7
File resolv.conf was modified
VE start in progress...
debian:/home/daniel#

E pronto!!
Você já esta com a VM pronta pra trabalhar.

Para acessá-la, use:

vzctl enter 101

Para sair:

exit

( ;) )

Para parar a VM

vzctl stop 101

Conclusão: Virtualizar nunca foi não divertido, simples e eficiente.

O OpenVZ mostra que realmente veio pra ficar, muito simples, rápido e intuitivo de se usar, dá ao sysadmin uma capacidade única de criar, manter e trabalhar com VM paravirtualizadas.

Até em breve!!

++t

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Ajude a divulgar a lista brasileira de equipamentos e serviços compatíveis com Linux
…e concorra a MP4 e MP3 players, mochilas Targus, períodos de VoIP grátis e até a ventiladores USB – além de contribuir automaticamente para doações para a Wikipedia e o WordPress! O BR-Linux coletou mais de 12.000 registros de compatibilidade de equipamentos e serviços (webcams, scanners, notebooks, …) na sua Pesquisa Nacional de Compatibilidade 2007, e agora convida a comunidade a ajudar a divulgar o resultado. Veja as regras da promoção no BR-Linux e ajude a divulgar – quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux à Wikipedia e ao WordPress.

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Posted on 28-05-2007
Filed Under (Linux) by Daniel Balieiro

Não, não estou falando de Java. :)

Já pensou em desenvolver nativamente pra linux? Aposto que sim.

Mas isso ainda pode não ser um bom negocio. É claro que a plataforma ta crescendo a ritmos GRANDIOSOS, uma prova é você estar lendo isso. Mas, a grande maioria dos programadores que se fazem essa pergunta acabam encontrando outra: “e os que ainda não se libertaram do ‘janelas’?”.

Imediatamente nos vem soluções de emulação e coisas do genero, que NORMALMENTE acabam degradando a performance.

O que fazer?

Foi pensando nisso que uma startup americana “inventou” o LINA.

O que é LINA?

Segundo o FAQ: “com lina, um simples executavel escrito e compilado em linux pode ser executado no ‘janelas’ com o visual nativo”. Ou seja, você vai poder escrever o seu software em C++, rodando perfeitamente em Linux, e distribuí-lo para QUALQUER um. Inclusive o pessoal do MAC.

Como isso é possível?

Simples, o LINA leva o kernel linux e algumas bibliotecas para os outros sistemas. :D

Não testei, mesmo porque não tenho “janelas” aqui. Mas a idéia é muito legal.

Vale a pena ver os vídeos!

t+

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Posted on 25-05-2007
Filed Under (Arch Linux Brasil) by Daniel Balieiro

Olá,

Foram corrigidas algumas falhas de segurança no Kernel Linux.

Essas falhas afetam os sistemas: Ubuntu 6.06 LTS / Ubuntu 6.10 / Ubuntu 7.04. Tanto no Ubuntu, Kubuntu e Edubuntu.

Para corrigir, você deve atualizar o seu sistema para:

Ubuntu 6.06 LTS:
linux-image-2.6.15-28-386                2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-686                2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-amd64

-generic      2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-amd64-k8           2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-amd64-server       2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-amd64-xeon         2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-hppa32             2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-hppa32-smp         2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-hppa64             2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-hppa64-smp         2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-itanium            2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-itanium-smp        2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-k7                 2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-mckinley           2.6.15-28.55
 linux-image-2.6.15-28-mckinley-smp       2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-powerpc            2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-powerpc-smp        2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-powerpc64-smp      2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-server             2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-server-bigiron     2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-sparc64            2.6.15-28.55
linux-image-2.6.15-28-sparc64-smp        2.6.15-28.55

Ubuntu 6.10:
linux-image-2.6.17-11-386                2.6.17.1-11.38
linux-image-2.6.17-11-generic            2.6.17.1-11.38
linux-image-2.6.17-11-hppa32             2.6.17.1-11.38
linux-image-2.6.17-11-hppa64             2.6.17.1-11.38
linux-image-2.6.17-11-itanium            2.6.17.1-11.38
linux-image-2.6.17-11-mckinley           2.6.17.1-11.38
linux-image-2.6.17-11-powerpc            2.6.17.1-11.38
linux-image-2.6.17-11-powerpc-smp        2.6.17.1-11.38
linux-image-2.6.17-11-powerpc64-smp      2.6.17.1-11.38
linux-image-2.6.17-11-server             2.6.17.1-11.38
linux-image-2.6.17-11-server-bigiron     2.6.17.1-11.38
linux-image-2.6.17-11-sparc64            2.6.17.1-11.38
linux-image-2.6.17-11-sparc64-smp        2.6.17.1-11.38

Ubuntu 7.04:
linux-image-2.6.20-16-386                2.6.20-16.28
 linux-image-2.6.20-16-generic            2.6.20-16.28
linux-image-2.6.20-16-hppa32             2.6.20-16.28
linux-image-2.6.20-16-hppa64             2.6.20-16.28
linux-image-2.6.20-16-itanium            2.6.20-16.28
linux-image-2.6.20-16-lowlatency         2.6.20-16.28
linux-image-2.6.20-16-mckinley           2.6.20-16.28
linux-image-2.6.20-16-powerpc            2.6.20-16.28
linux-image-2.6.20-16-powerpc-smp        2.6.20-16.28
linux-image-2.6.20-16-powerpc64-smp      2.6.20-16.28
linux-image-2.6.20-16-server             2.6.20-16.28
linux-image-2.6.20-16-server-bigiron     2.6.20-16.28
linux-image-2.6.20-16-sparc64            2.6.20-16.28
linux-image-2.6.20-16-sparc64-smp        2.6.20-16.28

 

Não se esqueça de reiniciar após a atualização.

Uma das falhas corrigidas foi a descoberta de Philipp Richter, que verificou que handler do protocolo AppleTalk não é suficiente para verificar o tamanho dos pacotes.

Gabriel Campana descobriu que a função: do_ipv6_setsockopt() não é suficiente para verificar as opções de valores para IPV6_RTHDR.

 

Outras falhas foram encontradas e corrigidas, inclusive de DoS.

 

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